Política

A decadência feminina na Câmara Municipal de Natal

20 AGO 2025

A Câmara Municipal de Natal já teve mulheres que dignificaram o voto popular. A professora Eleika Bezerra, com ética e correção; Wilma de Faria, símbolo de liderança e coragem; e Júlia Arruda, com atuação social e engajada, para citar algumas que representaram bem a força feminina na política.

Hoje, entretanto, vivemos uma realidade oposta. O espaço antes marcado por firmeza e responsabilidade tornou-se palco de histrionismo e vitimismo ensaiado, onde o barulho vale mais que a substância. Em vez de legislar com seriedade, algumas parlamentares usam o mandato para narrativas ideológicas, muitas vezes travestidas de “luta social”, que reforçam pequenos grupos de interesse, deixando de lado a coletividade. Natal, que já conheceu vereadoras de grandeza, hoje convive com uma caricatura da representatividade feminina.

E enquanto bradam socialismo, direitos iguais etc. de inverdades, ostentam vaidades do capitalismo, em seus iPhones de última geração, viagens maravilhosas, e mais. Diga-se: status bancados com o dinheiro dos contribuintes, que pagam salários e verbas que arregimentam exércitos.

Que o futuro breve devolva à CMN mulheres que, como Eleika, Wilma e Júlia, souberam mostrar que política não é espetáculo, mas serviço público.

Autor(a): BZN



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